14 diciembre 2010

Más fragmentos - More fragments - Mais fragmentos

Escribo y escribo sobre improvisación en estos días casi quietos en Paredes de Coura, al norte de Portugal. Reflexionaba, sincopado, en hebras de párrafos que me cuesta ordenar (el orden y yo no nos hemos llevado nunca), sobre el silencio en la improvisación. Las tres páginas terminan más o menos así, lo comparto:

(..)
Espejo que desenmascara, el silencio.
El género de la Improvisación teatral evolucionará -quiero decir, se hará aún más teatral- cuando los improvisadores profesionales lo abordemos con la misma imaginación con la que creamos en ese anhelado silencio tridimensional: el espacio vacío.


omar argentino
english

I write and write about improvisation in these days almost motionless in Paredes de Coura, northern Portugal. Reflected, syncopated, segments of paragraphs that I have trouble ordering (the order and I never got along) about  the silence in improvisation. The three pages end up more or less like this, I share:


    
(..)
Mirror that unmasks, the silent.
The genre of theatrical improvisation will evolve, I mean, will become even more theatrical, when professional improvisers approach it with the same imagination which we created in the desired three-dimensional silence: the empty space.
omar argentino

portugues

Nós reafirmamos a convicção que para improvisar não é necessário ser inteligente ou espirituoso, nem se necessitam pontos de partida geniais, ou construções argumentais sofisticadas predefinidas. Nem sequer dependemos de circunstâncias psicológicas que nos justifiquem. Estamos em cena por um algo que a improvisação, mais que inventa, descobre.
(...) 
A originalidade do bom improvisador mora na honestidade, não na inteligência.
O tempo do improvisador é o presente.
A esse respeito, em Santiago do Chile, Frank Totino deu uma indicação que ainda ressoa dentro de mim e me permito citar: "Não se faça responsável do futuro da cena".

omar argentino

bi-traslated by lala bradshaw muito thanks!

1 comentario:

Frank dijo...

Very well said. I agree about the silence. It is the space between the actors and between the words where the truth is. The real action (dramatic action). If Improvisers seek development/evolution, then it is in this area that they will find it.